Entre a ilha e a faixa continental que também pertence à capital, 704 anúncios de acompanhantes em Florianópolis estão publicados agora. Quem conhece outras praças estranha o bolso: R$ 300 é o valor central, a metade intermediária dos cachês vai de R$ 200 até R$ 450, e um quarto das anunciantes pede mais que isso.
A idade gira em torno dos 24 anos; sete a cada dez, aproximadamente, não passam dos 25, e há um punhado de mulheres acima dos 40. Na pele e no cabelo, as morenas ultrapassam ligeiramente a metade; as brancas, um terço e pouco; as loiras rondam um quinto.
Um traço forte da capital catarinense é a abertura para quem chega a dois: mais da metade topa casal, e a vitrine de acompanhantes para casais em Florianópolis existe justamente para esse público. Clube de swing consta em quase um quinto dos anúncios. Namoradinha aparece em quase oito a cada dez, massagem erótica beira a metade, enquanto o cartão de crédito resolve com pouco mais da metade.
Local próprio e hotel praticamente empatam, ambos acima da metade, e umas quatro em dez se deslocam até o endereço do cliente. Jantar ou festa entram em cerca de um terço, viagens em quase o mesmo tanto, útil a quem passa uns dias na ilha. O selo azul, sinal de que a equipe conferiu as fotos, aparece em só um a cada dez anúncios dessas garotas de programa; nas demais, leia descrição e fotos sem pressa.
Quem procura GP em Floripa nem sempre está na ilha. São José e Palhoça, grudadas à capital do lado continental, têm listas fartas, e Biguaçu, ao norte, já reúne as primeiras. Subindo a BR-101 pelo litoral, Balneário Camboriú mantém um catálogo quase do porte do florianopolitano.
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