Campo Grande reúne 934 perfis no ar e puxa sozinha o catálogo de Mato Grosso do Sul: nenhuma outra cidade do estado passa de algumas dezenas de nomes. Esta é a página da capital sul-mato-grossense; o bairro carioca de mesmo nome tem lista separada.
Entre as acompanhantes em Campo Grande, o espaço próprio é o arranjo mais comum, presente em seis anúncios de cada dez. O hotel entra para metade delas, e perto de três em dez atendem em casa. O preço típico é R$ 200; o miolo da tabela sai de R$ 150 e sobe até R$ 300, e pouco mais da metade aceita cartão.
As loiras somam um quarto da lista, fatia que justifica a página de loiras em Campo Grande; morenas passam da metade e brancas chegam a quase um terço. Metade delas tem no máximo 23 anos; perto de três quartos das garotas de programa ficam até os 25 e pouquíssimas passam dos 40. O namoradinha aparece em oito de cada dez anúncios, quase metade aceita casais e a conferência de fotos pelo site ainda alcança poucas.
No interior, Dourados, no sul do estado, e Três Lagoas, na divisa com São Paulo, têm as maiores listas depois da capital. Ponta Porã, colada à fronteira com o Paraguai, vem logo atrás; Corumbá e Maracaju têm relações curtas.
Tanto quem digita GP em Campo Grande quanto quem procura putas em Campo Grande ou acompanhante perto de mim cai na mesma lista, que cobre Campo Grande (MS) inteira. Como quase nenhuma anunciante informa o bairro, pergunte a região antes de fechar o horário, porque a cidade é espalhada e o trajeto pesa.